Energia

A maior simplificação possível seria dizer que tudo é energia, em diversas frequências de manifestação. Porém, essa abordagem não eliminaria a necessidade de lidarmos objetivamente com questões bem práticas, de modo a manter a existência em um nível ótimo de saúde e plenitude.

Por exemplo, podemos considerar “Energia” do ponto de vista da nutrição, e ver como seria possível otimizar nossas escolhas nutricionais no plano físico, emocional e mental, tanto sob os aspectos quantitativos – o quanto consumimos – quanto qualitativos – o que consumimos.

Se aspiramos uma existência com mais qualidade e sentido, devemos ter a disposição de observar de forma honesta que resultados estamos obtendo com nossas escolhas. Se verificamos que esses resultados não são satisfatórios, é nosso direito – e deveríamos considerar nosso dever existencial – agir para modificar essa situação. Provavelmente, perceberemos que estamos atuando sob condicionamentos que limitam nossa liberdade de optar. Nesse caso, o caminho mais eficaz será tornar nossas ações mais conscientes, no sentido de superar os hábitos gerados pelos condicionamentos.

Mudanças estruturais desse porte somente serão viáveis e duradouras se respeitarem nosso ritmo pessoal e nossas circunstâncias atuais, isto é, os passos deverão estar de acordo com nossa capacidade de manter o movimento na direção almejada.

Nesse sentido, é importante lembrar que nossa capacidade de ação aumenta pelo simples fato de percebemos diferentes opções ao nosso alcance, e se as utilizamos com discernimento. Para isso, é importante acessar informações qualificadas sobre essas possibilidades. Possibilitar esse acesso é um de nossos objetivos neste website.

Lei da Simplificação Progressiva
” O verdadeiro crescimento é a capacidade demonstrada por uma sociedade de transferir quantidades cada vez maiores de energia e atenção do aspecto material da vida para o aspecto não-material e, assim, evoluir em cultura, potencial de compaixão, sentido de comunidade e força democrática. “

Arnold Toynbee, A Study of History, vol.1 – (New York: Oxford University Press, 1947, p.198).

%d blogueiros gostam disto: